20 novembro 2014

Pressão dos Pneus



   Nessa matéria, trataremos sobre a pressão ideal para os pneus da sua bicicleta, baseados em uma matéria postada na Revista Bicicleta..

Pressão dos Pneus


   Para começar, você sabe o que é PSI? Essa é a unidade de medida mais utilizada no Brasil para a calibragem de pneus. A sigla significa Pound Force per Square Inch, ou Libra Força por Polegada Quadrada, que é a resultante de uma força aplicada a uma área de uma polegada quadrada. É a unidade de medida de pressão padrão da indústria inglesa e americana.
* No Brasil é bem comum a expressão "calibragem" ou "libras".


Qual a calibragem correta?

   Engana-se quem acredita que quanto mais cheio o pneu, mais a bicicleta vai render. O pneu precisa absorver as irregularidades do solo, oferecer tração e ao mesmo tempo manter o conforto para o ciclista. Quando for calibrar o seu pneu, considere o tipo e tamanho do pneu, peso do ciclista e bicicleta somados, e as condições do terreno. Sempre que for rodar com a sua bicicleta, verifique a calibragem e, caso necessário, calibre com a pressão indicada para seu peso, condição de uso e tipo de pneu.

* Em bicicletas de estrada, as famosas "speed", a alta calibragem é sim, sinônimo de melhor rendimento no asfalto, já que diminui a área de contato do pneu com o solo. Mas para tal resultado, devemos respeitar dois fatores: 

01. A qualidade e a resistência da fita de proteção do aro;
02. O limite de pressão recomendado na lateral do pneu (Para este recomendo de 05 até 10 libras à menos que o recomendado pelo fabricante, para que você não corra o risco de deformar o seu pneu e ficar "empenhado" durante seus treinos ou competições;
Para os ciclistas que procuram alto rendimento, e visam o lado competitivo, a compra do pneu e da fita de proteção Aro/Câmara de ar é importantíssima, devendo ser observado a sua indicação para ajudar na seleção de compra.

Excesso de pressão

   Uma bicicleta com o pneu muito cheio tende a perder contato com o solo em trechos irregulares e nas curvas. Outro ponto sacrificado é o conforto, a bicicleta vibra e a condução é comprometida. Também está propenso a danos nos pneus causados por pedras afiadas e perigos semelhantes da estrada. Mas há, sim, alguma vantagem quando rodando em uma superfície ultralisa, como a de um velódromo.

* Para as bicicletas de Mountain Bike, seja Cross Country, Maratona XCM ou até mesmo Downhill e FourX, a calibragem é um dos pontos chaves a ser selecionado antes de largar em uma prova, variando de pista para pista e de piloto para piloto, ou seja, cada um tem um gosto em especial e ainda com o detalhe da variação de calibragem conforme o tamanho de sua roda (26", 27.5"/650b ou 29"). Particularmente falando sobre a minha mudança das 26" para as 29", eu utilizava um Kenda Karma 26x2.0 com uma calibragem média de 42 psi, agora com um Pirelli Scorpion 29x2.0 utilizo apenas 25 psi. É muita diferença e nem eu mesmo acreditava nesta calibragem, e foi a única maneira de conseguir aliar Tração/Aderência em curvas/Rodagem.

Pneu murcho

   Um pneu muito murcho terá maior resistência de rolamento. Também estará mais propenso a furar: é o tipo de furo que chamamos de snake bite, ou seja, picada de cobra, devido ao formato do furo pelo impacto do aro contra a câmara. Um pneu murcho pode até sair do aro durante as curvas. Este é um problema particular com pneus largos em aros estreitos.
* A famosa "mordida"! Esta é bem particular dos ciclistas que andam de MTB em terrenos mais acidentados ou dos "speedeiros" que não efetuam uma calibragem correta antes de encarar a estrada. Em especial para os speedeiros, o ideal é ter uma bomba de ar com potência de alta pressão, e efetuar a calibragem de seus pneus no mínimo semanalmente, evitando e diminuindo o risco destas possíveis "mordidas".


Os pneus com calibragem ideal

   Com a calibragem correta, o pneu terá resistência ideal de rolamento. Um pneu inflado corretamente não terá as “picadas de cobra” em uso normal. Também irá absorver melhor as irregularidades da superfície do terreno, melhorando o conforto do piloto. Absorvendo as irregularidades da superfície, ele não irá quicar nem perder a tração.


Indicação na banda

   Não se engane com a informação na banda lateral do pneu, que indica a pressão máxima recomendada. Este número informa a máxima pressão que o pneu irá suportar, porém, considere que os pneus durante o uso irão se deformar e a pressão varia com o calor, impactos e peso do conjunto bicicleta, ciclista e carga.


Ferramentas

Você precisa de uma aferidor de calibragem, mas também pode utilizar o manômetro da bomba infladora. Uma dica bacana é um aplicativo da tradicional marca italiana de pneus Vittoria, que pode ser baixado para IOS ou Android no link www.vittoria.com/tech/recom-tyre-pressure/.


Principais tópicos sobre pneus

Para escolher a pressão precisamos saber:
Quão fina é a TPI (Thread per Inch), que é a trama do pneu. Ou seja, o quanto flexível é a carcaça do pneu. Quanto mais alto o TPI, maior a pressão possível.
Qual a construção: Clincher é menos flexível e sofre mais de histerese (fricção interna) do que um tubular, portanto suportando maior pressão. Tubeless pode usar pressão menor, pois não corre risco de ‘pinch flat’/snake bite.
   Peso total do sistema: quanto mais pesado bike e ciclista, maior a pressão necessária para ‘sustentar’ o peso. Por isso que colocamos uma pressão maior nos pneus de nossos carros quando viajamos com ele cheio.
   Condições climáticas e do piso – com chuva temos menos aderência, por isso precisamos de uma área de contato maior, que se obtém com uma pressão menor (pneu menos cheio). Em pisos muito irregulares, um pneu ‘duro’, ou seja, muito cheio, com pressão muito alta, irá ficar menos tempo em contato com a superfície e com isso perderá tração.  Ou seja, perdemos desempenho e conforto!
   Para MTB, a largura do pneu: a largura do pneu afeta o volume de ar interno, o que afeta diretamente a pressão. Como no MTB a largura do pneu varia muito mais, isso tem de ser considerado. Para estrada, o efeito é menor, a não ser que se esteja comparando um pneu 19C de pista com um 28C de granfondo/treino. Quanto mais largo o pneu, menor a pressão a ser usada, pois maior será o volume de ar dentro do pneu.
   A função principal do pneu é manter a bicicleta o máximo possível em contato com o piso. Por isso que a roda de madeira foi substituída pelo pneu de borracha: não só para conforto, mas para desempenho.
   O pneu tem que deformar para criar uma área de contato maior.
   O pneu tem que deformar para absorver pequenas irregularidades do piso e manter a bike em contato com o chão, fazendo com que toda a força exercida pelas pernas seja direcionada a propulsionar a bike para a frente!
   A pressão muda conforme o pneu deforma: apenas para reforçar que jamais se deve usar uma pressão próxima da máxima escrita na lateral do pneu.
   E último, mas não menos importante: a preferência pessoal. Algumas pessoas preferem uma bike um pouco mais dura, mais agressiva, e outros preferem um pouco mais macias. Às vezes uma bike com entre-eixos mais curta, que é mais ‘arisca’, pode ser amansada com uma calibragem um pouco mais baixa.
 Fonte:  Revista Bicicleta por Ronaldo Huhm

Capital Finlandesa pretende quer ser independente dos carros até 2025

Em dez anos, a engenheira de transportes Sonja Heikkilä espera que os moradores de Helsinque, na Finlândia, aposentem os carros próprios e façam uso de um novo sistema de transporte público. Revolucionária e ampla, a proposta apresentada por Heikkilä almeja um modelo que reúna ônibus, metrô, trem, carro, bicicleta e táxi de maneira homogênea – sem que as pessoas sejam obrigadas a comprar seus próprios veículos.
“Já que tudo poderá ser dividido, poucas pessoas vão querer ter sua ‘posse’ no futuro”, conta o projeto. O governo de Helsinque apoia tanto a ideia inovadora que planeja aplicá-la – em formato de teste – na virada do ano. Com o aplicativo “route planner”, Heikkilä acredita que no ano de 2025 as pessoas já poderão realizar viagens mais inteligentes, por exemplo: com esse modelo, os cidadãos conseguirão saber qual trecho deverá ser feito com bicicletas; ou com carros, trens e afins.
Moradores da capital da Finlândia não terão carro em 2025 (Foto: Reprodução)
A cidade acredita que essa plataforma será capaz de fazer com que os funcionários parem de comprar serviços de transporte com suas próprias economias. A engenheira de transporte responsável pela pesquisa afirma: “Os jovens moradores da cidade não enxergam os veículos como os seus pais faziam. Um carro não é mais símbolo de status entre as pessoas mais novas”. Na realidade, Heikkilä afirma que “transportes flexíveis, baratos e suficientes” são os fatores que mais interessam a essa camada da população.

Para a autora, “o transporte público atual é muito fraco para atender todas as necessidades da sociedade”. Ela entende que muitas pessoas optam pelo carro ao invés dos transportes públicos: “Uma vez que o carro está estacionado na garagem, ele é usado excessivamente”.

Sobre o modelo, Heikkilä acredita que sua aplicação não será simples, mas ela é possível: “Isso pode dar certo. Apesar das pessoas mais velhas não entenderem muito bem o conceito, a mudança vem gradualmente”.

14 novembro 2014

Projeto de lei pretende multar ciclistas que falam no celular


  • 01:45
       O prefeito de Nova York pretende reduzir a zero o número de mortes por atropelamentos na cidade, o que inclui pedestres atingidos por bicicletas, já que em 2014, duas pessoas já vieram a falecer em acidentes de Bicicleta/Pedestre. *Clique na foto ao lado e assista a reportagem.
  • FONTE: BOM DIA BRASIL (REDE GLOBO) 

11 novembro 2014

Campanha de conscientização do uso correto da ciclovia

   Nesta segunda-feira, 10/Novembro, foi dia de mobilização de ciclistas na Ciclovia da Av. Stª Tecla, em prol de mehorias na trafegabilidade  da via e conscientização do uso correto da mesma.
   Reunimos um grupo de ciclistas nas proximidades da rótula do Posto Ipiranga em parceria com a Secretaria Municipal de Trânsito, Comitê Balada Segura e Ciclo Regert/Associação Bajeense de Ciclistas/Clube Audax Bagé/Pelotão da Quinta, para efetuarmos a entrega do panfleto que segue abaixo:


   As abordagens da campanha de conscientização não ficaram focadas somente nos pedestres que utilizam a ciclovia para caminhada, ao invés das calçadas, mas também aos ciclistas que estão utilizando a via dos carros para tal circulação, estes colocando sua vida em risco e os seus direitos "ralo abaixo", já que em "Ruas ou Avenidas dotadas de ciclovia (como é o caso da Stª Tecla) o ciclista é OBRIGADO a circular dentro da ciclovia".
   Das abordagens realizadas, em cerca de 60% dos casos tivemos uma aceitação saudável, com os pedestres saindo da ciclovia e passando para as calçadas, recebendo uma salva de palmas, dos ciclistas que ali estavam. Alguns não leram o folder, guardando no bolso sem ao menos olhar, outros nem tiraram os fones de ouvido para escutar nossa abordagem. Mas tivemos um caso em especial que chamou a nossa atenção, de um corredor de rua, que passou por nós, pegou um panfleto, e passou para a calçada, fazendo sua corrida na calçada e retornando para nos repassar informações sobre sua corrida fora da ciclovia: "Os carros estacionados na calçada e as elevações nas entradas das garagens são as principais dificuldades enfrentadas por quem quer praticar seu exercício físico na calçada". Cabe agora ao Poder Público Municipal cobrar tais irregularidades em desníveis de calçada e aos órgãos de trânsito, fiscalizarem veículos estacionados fora de seus devidos locais.
   Mas sabemos que esta "semente de conscientização" deve ser "regada" semana a semana, na qual agora iremos realizar a distribuição de panfletos em todas as nossas subidas à avenida.




   Representantes da Associação Bajeense de Skatistas também estiveram presentes na atividade (Lelinho Lopes e Rodrigo "Gelatina"), e irão ajudar a repassar instruções aos skatistas que utilizam a ciclovia:
   O skate não deixa de ser um "ciclo", já que é movido por tração humana, desde que utilizado de maneira consciente, sem que o condutor circule realizando manobras, este pode circular sim dentro da ciclovia.

   
   Momento de atenção: 
   Foi realizado o teste de bafômetro em um ciclista que trafegava fora da ciclovia, colocando sua vida em risco, este foi convidado a receber um panfleto da campanha de conscientização e recebeu uma pequena aula dos agentes da SMTC com quais consequências ele teria que arcar se estivesse ao volante de um veículo motorizado.
   O teste acusou um volume de 0,4g/l, o que já o indiciaria em prisão, multa, recolhimento do veículo e suspensão de sua carteira de motorista pelo período de 01 ano.
   Vale lembrar que não é só o bolso que dói no caso de uma abordagem pelos agentes das entidades de trânsito, o risco de acidentes e colisões envolvendo vítimas fatais são os principais fatores de risco, portanto, SE BEBER, NÃO DIRIJA. E NEM PEDALE!!!


Uma iniciativa e tanto: Juntar as bandeiras de todos os municípios brasileiros


   Já são 12 anos de estrada, 06 bicicletas utilizadas e muitas histórias na bagagem. Confira abaixo entrevista registrada por Melissa Louçan, do Jornal Minuano, com o ciclista paulista que está visitando Bagé, em palestras nas escolas nesta terça-feira, 11/Novembro, e irá retornar ao seu roteiro na quarta-feira, agora em direção à Uruguaiana.

Ciclista recordista, com mais de 150 mil quilômetros rodados, visita Bagé

   Com sua bicicleta prata, Carlos Henrique Ribeiro já percorreu mais de 150 mil quilômetros pelo Brasil. Em 12 anos de pedaladas, foram mais de 2600 cidades visitadas, em todos os estados do País. A intenção é reunir 4300 bandeiras dos municípios para cobrir como um tapete o gramado do Maracanã na abertura das Olimpíadas de 2016.
Natural de Rincão, em São Paulo, e pedreiro por profissão, Ribeiro trabalhava na cidade de Jardim, em Mato Grosso quando decidiu dar um rumo diferente na vida, aos 38 anos. Analfabeto, decidiu, literalmente, correr atrás de seu sonho: comprou uma bicicleta usada e começou a pedalar pelas estradas brasileiras.
Os primeiros dois anos foram os mais difíceis. Sem dinheiro, dormia no acostamento das estradas. Nesse meio tempo, dois acidentes quase o tiraram de seu rumo. O primeiro ocasionou uma recuperação de quase seis meses. Após o segundo, foram quase três meses parado.
Quando voltou à estrada, um encontro casual em um posto de gasolina mudou sua vida. Em uma das paradas para alimentação, há 10 anos, conheceu Carlos Wizard Martins, presidente da rede de escolas de inglês. Tocado pela história do pedreiro/ciclista, o empresário resolveu patrocinar o viajante.
Hoje, em cada parada que faz, Ribeiro coleciona amigos e histórias. Já foi reconhecido duas vezes pelo Guiness Book como recordista mundial de ciclismo em longa distância. Além disso, conheceu muita gente. Mostra uma pasta cheia de fotografias dele, em várias cidades do País, e ao lado de famosos, como o jogador Neymar, a apresentadora Ana Hickman, a atriz Ana Paula Arósio, o ex-presidente Lula e os cantores Fábio Jr., Edson e Hudson.
Questionado sobre o que mudou durante esse período, o aventureiro responde, enquanto autografa o caderno de um menino encantado pela história vida dele: "Muita coisa, né. Mas principalmente a saúde, porque as pessoas se esquecem de caminhar ou de fazer um exercício. Só querem saber de andar de carro ou moto", critica.
Mas outra mudança, talvez a mais significativa, foi fruto de sua persistência. Entre uma pausa para descanso e outra, Ribeiro resolveu dar continuidade ao pouco estudo a que teve acesso na infância. E assim ele aprendeu a ler e escrever, praticamente sozinho. É sobre essas dificuldades e persistência que ele fala nas palestras que faz em cada cidade que visita.
Agora, a única dificuldade que enfrenta é a saudade da família e, principalmente, da filha Sthefany, de três anos. "É difícil, mas tento voltar para casa a cada 40 dias para matar a saudade", conta.
De Bagé, o ciclista parte para Dom Pedrito em busca de novas bandeiras. A intenção não é parar, e sim continuar a vida sobre duas rodas. "Não pretendo parar. Quero seguir conhecendo esse Brasil todo e levando coisas boas para cada lugar que visito", disse.
Por: Melissa Louçan

Mais imagens do Zona Sul de Ciclismo em Bagé

   Em 2014, Bagé recebeu mais uma etapa do Zona Sul de Ciclismo, realizado pelo Pelotão da Quinta, aqui de Bagé mesmo, sob coordenação da Nobre Bicicletas, de Pelotas.
   O ciclista e video maker Eric Souza esteve por lá fazendo os seus registros. Segue o excelente resultado no vídeo abaixo:

Insaano... O primeiro Front Flip Bike Flip da história!!!


Pedalight no Cerro de Bagé

   Sabadão é dia de Pedalight, e a galera do principal grupo de ciclistas iniciantes de Bagé encarou uma subida ao Cerro de Bagé, neste sábado, 08/Novembro, com retorno pelo Cantegril Clube e uma pausa no Posto Ollé para repor as energias e baixar a temperatura dos "radiadores".

   Confira abaixo algumas fotos, o link para o álbum de fotos e o mapa do percurso:


Famoso "Paredão", próximo ao Guaraní.

Nosso destino como plano de fundo: Cerro de Bagé.
Sobe então...
Ao final, a vista é recompesadora!
Bora então, que tem mais chão pela frente.
   Está gostando das fotos? Clique na foto abaixo e acesse o STORIES do GOOGLE com as melhores imagens ou no link para acessar o álbum completo.


10 novembro 2014

Os TOP do BICIROSS bajeense em 2014


   Neste domingo, 09/Novembro, a Pista Municipal Gabryelle Halfen Castro recebeu a etapa final do Circuito Citadino de Bicicross EBBX 2014, com disputas acirradas e a presença do Presidente da Federação Gaúcha de Bicicross, "Bolacha" Rauber. Tive o prazer de estar presente no evento, participando da Categoria FourX, em forte confronto com os outros participantes. Consegui vencer a 1ª e a 3ª bateria, ficando com a 2ª colocação na segunda bateria e no somatório de pontos venci a etapa, ficando na terceira colocação do campeonato, já que participei apenas desta etapa final.

   Parabéns à Equipe Bagé de Bicicross (EBBX) que oportunizou mais uma bela etapa para os atletas locais, com uma pista muito bem apresentada e atrativa aos olhos do público presente.



Confira quem foram os campeões do citadino de 2014:
Categoria Boys 5/7 anos
  1. Felipe Brito
  2. João Pedro Padilha
  3. Lucas Oliveira

Categoria Boys 08/10
  1. Guilherme Castro
  2. Gustavo Figueiredo
  3. Ricardo Leite

Categoria Girls
  1. Thayná da Silva

Categoria Elite Man
  1. Felipe Lopes
  2. Vinícius Assumpção
  3. Carlos Chagas (Guga)

Categoria Four Cross
  1. Juliano Rodrigues
  2. Lucas Bruxel
  3. Heron Regert

Piloto destaque
Alexandre Oliveira, de 2,5 anos.

   A EBBX convida os bajeenses simpatizantes do esporte, que queiram prestigiar a etapa final do Campeonato Gaúcho de Bicicross 2014, que será realizado junto ao Acampa Bike, nos próximos dias 15 e 16 de Novembro, no município de Sapiranga, para que entrem em contato para participarem da excursão para os dois dias de evento.


Link's relacionados:

Corrida foi preparação para a final do estadual





04 novembro 2014

Chegaram os cubos de dínamo na Ciclo Regert

   Pensando especialmente nos ciclistas praticantes de uma das modalidades que mais cresce no ciclismo internacional, PROVAS DE LONGA DISTÂNCIA, como os BRMs de AUDAX, insistimos muito com a SHIMANO e seus importadores, para que a SHIMANO BRASIL disponibilizasse a sua linha de cubos de dínamo, em nosso país.
    A Ciclo Regert está disponibilizando duas opções de modelos em estoque:

1).2).

1). CUBO DINAMO DT 3D32-QR 6V/3W (Compatível com bicicletas de freios à disco e rodas de 36 furos);
2). CUBO DINAMO DT 3N31-QR 6V/3W (Compatível com bicicletas de speed ou de freios V-Brake com rodas de 36 furos).

   O farol dianteiro é da ANLUN, 100% compatível com o sistema SHIMANO de cubos.


   A grande vantagem deste modelo de farol é a economia de baterias, já que elimina a necessidade delas, diminuindo a sua carga e peso de material em suas viagens, tornando a sua luz auto-sustentável e ecologicamente correta.
   Como as provas de longa distância tem em seu regulamento a obrigatoriedade de que o ciclista esteja com seu farol ligado em 100% do percurso do evento, e esteja bem "municiado" de potência à noite, esta é a melhor forma de estar dentro do regulamento e ainda "Pedalar com segurança", demonstrando o seu posicionamento no trânsito.

   Conheça um pouco mais sobre o funcionamento:

Parte interna


Ligação do farol no cubo

 Conexão de montagem

Instalado na bicicleta

   Se interessou? Visite a Ciclo Regert, conheça as opções de cubos e faróis de dínamo pronta entrega, conheça também a linha de faróis convencionais, com pilhas ou carregadores de bateria. Se preferir, acesso o nosso site, clicando no banner abaixo, com um atalho especial para a linha de dínamos.




01 novembro 2014

Pedalada Macabra 2014


   Com apoio especial de "São Pedro", que nos proporcionou uma bela noite, contrariando as previsões meteorológicas que registravam chuvas e temporais para nossa região, realizamos nesta noite de Halloween, 31/Outubro, mais uma edição da Pedalada Macabra realizada com sucesso.

   Mais de 50 ciclistas se caracterizaram e participaram do passeio que uniu crianças e adultos em prol da diversão e do pedal.
   Aproveito para agradecer a parceria de ADR Variedades, Secretaria Municipal de Transporte e Circulação, Barbedo Sports, Hard Shock, Vzan, Venzo e Echowhell.





 




 

Brindes da Barbedo Sports, VZAN, Echowhell e Venzo foram sorteados entre os participantes.





30 outubro 2014

Como surgiram as ciclovias holandesas?

   Repense a sua mentalidade no quesito mobilidade urbana... A bicicleta salva vidas, a bicicleta gera saúde, a bicicleta é "descongetionante", a bicicleta é anti-depressivo, a bicicleta gera um contato diferente entre as pessoas...
   Não vire as costas para isto!

Vai viajar? Não deixe sua bicicleta em casa...

   O verão está chegando, e junto com ele o período de férias, na qual a grande maioria dos ciclistas faz o possível para levar a sua bicicleta em suas viagens, aproveitando assim para conhecer novos roteiros, em locais diferentes dos habituais. Para não deixar esta "companheira" abandonada em casa, existem vários modelos de suportes disponíveis para que você possa transportá-la em seu carro. Conheça um pouco mais sobre as opções que você pode utilizar, suas leis e ao final da matéria um link especial para que você possa conhecer algumas das opções que a loja Ciclo Regert disponibiliza para instalação em seu veículo:
Modelos
   Há vários modelos de suporte disponíveis no mercado, com capacidades para até quatro bicicletas, que podem ser acoplados ao veículo de diferentes formas (Teto do carro, Suportes para engate, Tampa do porta-malas com ou sem estepe e para caçamba de pick-ups).
   Há uma enorme diversificação de marcas disponíveis no mercado, tanto nacionais quanto importadas.
 

Suporte traseiro
   O rack fica apoiado na parte inferior e fixado sobre a base do vidro ou até mesmo na lataria (se o carro for um sedã). Desta forma, as hastes seguram as bicicletas e ficam perpendiculares ao solo, ou cerca de 15 a 30 graus para cima”.
   No suporte traseiro é mais fácil manipular as bikes, evitando pequenos acidentes, como amassados na lataria do carro ou arranhões na pintura da bike, já que para carregar e descarregar a magrela, o suporte está a uma altura ideal com relação a pessoa. A facilidade de instalar está relacionada também à distribuição das tiras e travas nos pontos de fixação. O ideal é que o rack traseiro tenha duas tiras superiores, duas inferiores e, principalmente, duas laterais, que evitam que o rack balance.

Cuidados:
> Não demasiar o esforço de peso sobre o vidro;
> Manter limpas as áreas de contato com o carro para que no caso de possível vibração, este não venha a arranhar sua lataria;
> Evite obstruir a placa e sinaleiras de seu veículo (Passível de multa);
> Evite obstruir a largura máxima de seu carro (Passível de multa);
> Ao amarrar fixe o quadro em duas ou três partes, e redobre o cuidado com o posicionamento de pedal e roda dianteira, para que estas não entrem em contato com seu carro;
> Observe a altura das rodas da bicicleta em relação ao chão (Quando o carro precisa passar por algum obstáculo, como um solavanco, buraco ou subir a calçada para entrar em um estacionamento ou garagem, a bicicleta pode arrastar).
   Ainda na parte traseira do carro, existem ainda a opção de suporte para fixação junto à estepe, já que alguns modelos de veículos que estão colocando a sua estepe na parte exterior do carro, para ajudar a liberar um pouco mais de espaço no porta malas.
   Neste modelo, a fácil instalação é uma das vantagens, porém o risco de obstruir placa e sinaleiras é grande.

Obstruiu a placa e a sinaleira?
   Na parte final desta matéria seguem as regras e suas resoluções, porém uma das formas de adaptar o seu transporte na parte traseira, caso aja obstrução de placa/sinaleiras, é a retirada das rodas da bicicleta.
   No caso de transportar apenas 01 bicicleta, coloque a roda dianteira no suporte, depois coloque a bicicleta e por terceiro coloque a roda traseira no suporte. Certifique-se de que o suporte esteja montado em uma altura em que a bicicleta/rodas não obstruam a placa, e como a bicicleta está sem as rodas, não irá obstruir as sinaleiras e nem exceder a largura do carro. Não esqueça de retirar as blocagens dos cubos, evitando a perda do material.
   Para o transporte de duas bicicletas, proceda da mesma maneira, porém as rodas terão de ir para dentro do porta malas (já vi ciclistas amarrarem as rodas junto às tiras de fixação do suporte, porém é bom evitar isto).

Calha/Suporte de teto
   Com o uso deste suporte, a bicicleta fica sobre o teto de forma perpendicular. Com isso, fica resolvido o problema da não visibilidade da placa e das luzes traseiras, tornando-se o modelo mais correto perante ao que a lei recomenda. Geralmente o custo é um pouco mais alto devido à necessidade da aquisição dos rack's para o carro mais a calha/suporte que é individual para cada bicicleta transportada (custo este que compensa, já que você poderá pegar a estrada de cabeça tranquila, isento de qualquer possibilidade de voltar para casa com uma multa "de lembrança"). Outra vantagem é que o porta-malas fica liberado. 
   Alguns modelos de carros quatro portas já possuem duas barras laterais no teto, as chamadas longarinas, neste caso, é preciso instalar somente as barras transversais ou travessas para a montagem da calha para acomodar as bicicletas. Mas se esse não for o seu caso, a instalação de todo o kit é obrigatório e deve ser feita por um especialista. No caso do uso desse suporte, outra vantagem é que as bikes ficam protegidas em caso de uma colisão traseira. 
   No quesito calhas/suportes de teto, você tem à disposição os modelos em que a bicicleta vai montada e outro modelo em que a roda dianteira é retirada, ajudando a diminuir um pouco o arrasto de vento durante o transporte.
Dentro da lei:
> O Contran estabelece uma altura máxima de cargas além do suporte em 50 cm. Essa legislação continua em vigor e se aplica a todas as cargas, mas a Resolução 349/2010 exclui a bicicleta desta regra, ou seja, o limite não se aplica ao transporte de bicicleta.
Cuidados:
> Atenção redobrada ao entrar em garagens ou passar sob coberturas baixas, pois é comum acontecerem acidentes assim
Desvantagens:
> Um pouco mais difícil de colocar a bicicleta, principalmente para pessoas de baixa estatura, o que pode resultar em riscos no carro;
> Se a magrela estiver muito suja, seja de barro ou excesso de óleo, vai sujar o teto do veículo; 

Suporte acoplado ao engate de reboque

   No caso deste suporte, como a bike fica afastada do carro, a chance de riscar a lataria diminui. Outra vantagem é que o engate pode ser utilizado não só para o transporte do suporte das bicicletas, mas para o uso de reboques.
   Alguns modelos tem a opção de reclinar, desobstruindo o acesso ao seu porta-malas.
  É necessário que você leve seu carro até o Detran de sua cidade para efetuar a instalação de placa + lacre.
Dentro da lei:
   Este modelo, desde que equipado com a devida placa + lacre + funcionamento completo da parte elétrica (Piscas laterais + Luz de placa + Luz de freios + Sinaleira) evita os transtornos que os modelos convencionais causam, que é a obstrução de placa e sinalização traseira do carro.
Praticidade:
   É o mais confortável, principalmente para as mulheres, pois não é necessário elevar a bicicleta acima da altura da cabeça, facilitando sua colocação.

Bicicleta dentro do carro
  Há legislação que impede o transporte de pessoas em local reservado ao transporte de cargas, mas não fala nada sobre o transporte de cargas em local previsto para pessoas. Em outras palavras, não é ilegal transportar a bicicleta dentro do carro, no porta-malas ou mesmo no banco, que seria local previsto para a acomodação de passageiros. 
Cuidados:
> Prenda bem a bicicleta de forma que ela não fique se movendo em curvas ou mudanças bruscas de velocidade, como freadas, por exemplo.
> Forre o estofamento do carro, e redobre o cuidado com possíveis contatos com as áreas de pintura, tanto do veículo como da bicicleta, sem esquecer as partes plásticas do carro (Nesse tipo de transporte, dificilmente o seu carro sai ileso). 
   Para quem quer economizar com a compra de suporte, esta pode ser uma solução. O contra é que o espaço interior do carro fica bastante limitado, pois geralmente é preciso inclinar o banco traseiro, e pode ser chato ficar montando e desmontando a bike toda vez que tiver que viajar. 

Conheça o carro
   Procure conhecer bem o carro antes de pegar estrada. Não exagere na velocidade; em alguns manuais de racks é sugerida uma velocidade máxima que, se não respeitada, pode provocar acidentes ou diminuir a eficiência dos acessórios. Conhecer o carro antecipadamente ajuda na escolha do tipo de suporte que você vai utilizar. 

Legislação
   O transporte de bicicleta na parte externa dos veículos classificados nas espécies automóveis, caminhonete, camioneta e utilitário é permitido e regulamentado pelo Contran - Conselho Nacional de Trânsito. A Resolução 349 de 17 de maio de 2010 dispõe sobre o transporte eventual de cargas ou de bicicletas nos veículos. Ela foi adotada considerando a conveniência de atualizar as normas que tratam do transporte de bicicletas em veículos particulares e considerando as vantagens proporcionadas pelo uso da bicicleta ao meio ambiente, à mobilidade e à economia de combustível.    Veja as principais exigências desta Resolução:
   Modo de fixação: é permitido transportar a bicicleta na parte posterior externa ou sobre o teto do veículo, desde que fixada em dispositivo apropriado, móvel ou fixo, aplicado diretamente ao veículo ou acoplado ao gancho do reboque. A bicicleta deve ser fixada de forma que não coloque em perigo as pessoas e nem cause prejuízo a propriedades públicas ou privadas, fatos que podem acontecer se a bicicleta cair enquanto o carro estiver em movimento, por exemplo, e provocar um acidente. A bicicleta não pode atrapalhar a visibilidade frontal do condutor, nem a estabilidade e condução do veículo. A estrutura de fixação não deve provocar ruídos ou poeira, ocultar as luzes de freio, as setas indicadoras de direção e os dispositivos refletores. 
   Placa: quando a placa traseira estiver encoberta é obrigatório o uso da segunda placa, que deve ser fixada em local visível ao lado direito da traseira do veículo, podendo ser no para-choque ou na carroceria, sendo permitida a utilização de suportes adaptadores. Segundo a Resolução 349, artigo 4º, §2º, “a segunda placa de identificação será lacrada na parte estrutural do veículo em que estiver instalada (para-choque ou carroceria)”. Esta segunda placa deve ser solicitada no Detran - Departamento Estadual de Trânsito ou despachante, e cada estado tem procedimentos distintos.
   Dimensões: para as cargas, existe um limite de altura máxima de 50 cm, comprimento não superior ao comprimento da carroceria e largura máxima igual à parte superior da carroceria. Mas o limite de altura não se aplica quando a carga for a bicicleta, conforme § 2º do artigo 8º da resolução 349/2010 do Contran. A bicicleta não pode exceder a largura máxima do veículo nem ultrapassar as dimensões autorizadas na Resolução 210/2006. Também não pode sobressair ou se projetar além do veículo pela frente. Todos os acessórios, como cabos, correntes, lonas, grades e redes usados para acondicionar, proteger ou fixar a carga devem seguir todas essas orientações.
   Dispositivo para transporte (suporte e acessórios): o fabricante deve fornecer instruções precisas sobre a forma de instalação, permanente ou temporária, modo de fixação da bicicleta ao dispositivo, quantidade máxima de bicicletas transportadas e cuidados de segurança durante o transporte visando a segurança do trânsito, do veículo, dos passageiros e de terceiros.

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27 outubro 2014

Pedalight no Paraíso