26 julho 2011

Mundial de Masters

No último final de semana, Balneário Camboriú, Santa Catarina, recebeu pilotos de todos os países para disputarem a edição 2011 do Campeonato Mundial de Masters nas modalidades Cross Country e Downhill. Confira abaixo os links de notícias divulgados pela site da organização do evento:

 
24/07/2011
Brasil conquista 13 medalhas no Mundial Máster de Mountain Bike [ leia mais ]
24/07/2011
Brasil conquista mais uma medalha em Balneário Camboriú [ leia mais ]
24/07/2011
Abraão Azevedo garante mais um ouro para o Brasil no Mundial Máster MTB [ leia mais ]
23/07/2011
FOTOS: Campeonato Mundial Master de Mountain Bike [ leia mais]
23/07/2011
Brasil conquista mais nove medalhas no Mundial Máster de MTB [leia mais ]
23/07/2011
Brasil conquista a 2ª medalha no Mundial Máster de Mountain Bike [ leia mais ]
23/07/2011
Definidos os medalhistas da categoria 50-54 no Mundial de Mountain Bike [ leia mais ]

22/07/2011
Brasil conquista 1ª medalha no Mundial de Balneário Camboriú [leia mais ]
22/07/2011
Definidas as campeãs no Mundial Máster de Mountain Bike [ leia mais ]



25 julho 2011

Pedalando até Ushuaia

Nesta segunda-feira (25) o casal curitibano de ciclistas Gil e Luisa dará início a uma aventura que deve durar cerca de seis meses, partindo de bicicleta rumo a Ushuaia, cidade argentina capital da província da Terra do Fogo, também conhecida como “La ciudad más austral del mundo”.

Cicloterras/Arquivo Pessoal / Casal no pedal: Gil e Luisa vão de bicicleta até o extremo Sul do continente



Após mais de um ano de preparo e planejamento – que inclui o estudo do relevo, clima e direção dos ventos durante o trajeto – eles partem levando na garupa mais de 20 kg de bagagem cada um – além da disposição para encararem, sob duas rodas,a travessia de desertos, montanhas e outros grandes desafios até chegarem ao extremo sul do nosso continente.
“Mas a viagem é muito mais do que apenas a aventura”, pondera Luisa. Para ela, além do objetivo político implícito de divulgar a bicicleta como meio de transporte – viável até mesmo para percorrer grandes distâncias --, a jornada também oferece uma discussão filosófica mais profunda sobre o significado do tempo na sociedade contemporânea.
“É uma maneira de quebrarmos esse conceito do tempo, que rege todas as relações da nossa sociedade. Em uma viagem de carro, a distância a ser percorrida representa uma barreira a ser superada até que se chegue ao destino final. Já com a bicicleta, a importância deixa de ser o ponto de chegada e passa a compreender todo o percurso”, explica a ciclista, que trancou o curso de Ciências Sociais na Universidade Federal do Paraná (UFPR) para poder tirar suas próprias conclusões sobre tempo, sociedade e pedaladas.

Já Gil deixou seu emprego de engenheiro mecânico e aplicou seus conhecimentos no projeto da viagem. “Tentamos construir, fazer e adaptar tudo aquilo que foi possível com soluções caseiras”, revela Gil, que costurou a mão os alforjes, adaptou o bagageiro dianteiro das bicicletas, fez um par de capas de chuva impermeáveis e arquitetou mais uma dúzia de improvisos que lhes serão úteis durante a viagem.
Escolher os equipamentos que serão levados, segundo ele, é um grande desafio em função do peso. “É preciso levar tudo o que você imagina que vai precisar, mas não pode se esquecer que aquilo vai representar peso extra na hora de pedalar. Dá a impressão de que tudo é leve, mas quando você põe tudo junto na bicicleta, percebe que não é bem assim”, diz.
O objetivo, revela o ciclista, é chegar em Ushuaia em meados de janeiro – durante o verão do Hemisfério Sul --, a tempo de pegar o calorzinho da região, quando a temperatura média gira em torno dos 5ºC.
Mas, e depois? “Ninguém sabe! A viagem pode continuar, subindo e passando por outros países da América Latina”, explica Luisa.
A aventura do casal poderá ser acompanhada através do blog Cicloterras, que eles pretendem alimentar durante a jornada, "quando for possível".

Pampedal Especial


Marcando as comemorações do DIA DO AMIGO, que foi no dia 20 de julho, estávamos com o MOUNTAIN BIKE NOTURNO marcado, precisando ser adiado devido ao mal tempo. O passeio saiu neste domingo, 24 de julho, junto ao PAMPEDAL.


Recebemos a visita de um dos integrantes da PEDALADA DA CURTICEIRA, de Pelotas, o bageense Cristiano Borges, que está residindo em por lá atualmente, trouxe sua magrela na bagagem e agora é presença certa em nossas pedaladas sempre que visitar Bagé. Grande parceria na pedalada!


Confira abaixo as fotos desta edição, que foi um passeio de puro MTB com várias trilhas em roteiro inédito pela turma do PAMPEDAL.

22 julho 2011

21 julho 2011

Agenda: Escalada Serra do Veleda

A galera do Speed em Bagé está preparando para este domingo mais uma Escalada à Serra do Veleda, próximo a Pinheiro Machado. O pedal tem cerca de 120 km's, ida e volta, e é aberto a quem quiser se fazer presente.
A saída será junto com a edição especial do Pampedal deste domingo, Mountain Bike do Dia do Amigo.
Local: Praça Santos Dumont
Hora: 09h
Inscrições: Free
Informações: 99756787



Motivação no esporte

Confira esta super narrativa motivacional, com imagens marcantes e a voz do ator da série americana $#*! My dad says, William Shatner.

19 julho 2011

Libvee?



Domingo dia 17 de julho a noite, em plena Semana da Bicicleta da cidade de São Paulo, rolou o passeio do Libvee cujo lema é “Conecte-se através da Bicicleta”.

As 400 vagas acabaram em poucas horas, os inscritos receberam bicicleta, capacete, camiseta, luzes dianteira e traseira e trouxeram um head phone para uma surpresa.Concentração foi no Memorial da América Latina com vários VIPs do cicloativismo convidados, veja algumas fotos:

Soninha Francine no meio da galera

Tereza D'Aprile, Arturo Alcorta e Renata Falzoni 174 anos de cicloativismo



Bicicross

A Sede Campestre do Clube 19 de Julho em Sapiranga, RS, recebeu pilotos de todo país para participarem das 5ª e 6ª etapas do CAMPEONATO BRASILEIRO DE BICICROSS CBBX 2011. Três atletas bageenses estiveram presentes ao evento representando nossa cidade e a Equipe Bagé de Bicicross. Confira abaixo seus resultados:

Carlos "Guga" Chagas
Guga participou de duas categorias, Elite Master 20 e Cruiser 30/34 anos. Na E.Master o sábado foi ótimo com a segunda colocação, mas no domingo a "sede ao pote" foi tanta que Guga acabou caindo em uma das baterias, ficando com a 6ª colocação geral na soma das etapas.


Vinícius Assumpção
Único representante gaúcho participando na categoria 25/29 anos, Vinícius teve até pilotos profissionais em sua categoria, ficando com a 7ª colocação na somatória dos dois dias de evento.

Eric "Lhama" Sousa
Enfrentando grandes nomes do BMX brasileiro, Eric encarou uma das categorias de acesso a Elite Man, a 17/24 anos, e infelizmente não conseguiu passar para a faze final do evento.



Link's relacionados:
CBBX (Confederação Brasileira de Bicicross)
Fotos (Daniel Nunes)

A empresa FB Street Wear apoiou mais uma vez os pilotos auxiliando nas ajudas de custos de viagem.

Rotas cicláveis

São Paulo inaugura esta semana a primeira Rota Ciclável, ou seja, uma sessão de ruas indicadas para a utilização das bicicletas, neste caso são 15 quilômetros de extensão. Confira mais no vídeo abaixo e entenda um pouco mais sobre o assunto.


A cidade de Niterói também está inaugurando esta semana uma rota neste mesmo sentido, veja abaixo algumas fotos.


Estas rotas ainda dividem opiniões, tanto de ciclistas, quanto de motoristas, mas com certeza só tem a somar e a incentivar cada vez mais as pessoas a se tornarem adeptas da utilização de bicicletas. Lembrando que as rotas cicláveis são diferentes das ciclovias e ciclofaixas, as rotas são ruas calmas e de baixa velocidade para os carros, priorizando assim a segurança dos ciclistas e pedestres.

Fontes:

18 julho 2011

Mountain Bike do Dia do Amigo


Nesta quarta-feira, 20 de Julho, é DIA DO AMIGO, e como já é tradição teremos mais um MOUNTAIN BIKE NOTURNO alusivo à data. 

As inscrições serão gratuitas e a concentração será na Ciclo Regert apartir das 18:30 para sairmos pontualmente às 19:30.

O capacete, farol dianteiro, sinalizador traseiro e câmara de ar reserva são ítens obrigatórios e indispensáveis para sua participação.

Confira abaixo o roteiro e venha pedalar conosco!


Rota de bicicleta 1122450 - powered by Bikemap 



Mountain Bike Maratona

O CAMPEONATO FRONTEIRÃO chegou em sua 5ª etapa neste domingo, 17 de julho, e a cidade de Quaraí recepcionou mais uma vez os ciclistas com a tradicional VOLTA DO BUTIAZAL.
O percurso teve 75 quilômetros
, e com uma chegada emocionante teve como vencedor geral o atleta de São Leopoldo, PABLO LUCATELI. O piloto bageense Paulo "Xuxa" Regert venceu a prova na categoria Master C, enquanto Tiago "Capincho" Ramos, na categoria Elite precisou abandonar a prova após estourar o  suporte do câmbio de sua bicicleta. A próxima etapa deste campeonato será na cidade de Artigas, no Uruguai.




CONFIRA OS 10 PRIMEIROS ATLETAS DA GERAL:
1º-PABLO LUCATELI - SÃO LEOPOLDO
2º- SEBASTIAN RODRIGUES - ARTIGAS
3º- MARCELO LEOM - DOM PEDRITO
4º- ERLAN AITA- ALEGRETE
5º- ALEJANDRO CORREA - ARTIGAS
6º- NICOLAS ARAMBURU - ARTIGAS
7º- HUGO MEDINA - DURAZNO
8º- LUCAS CASTRO - ALEGRETE
9º- EVANDRO LOPES - VIAMÃO
10º- NICOLAS PARODI - SALTO


Confira abaixo a classificação deste etapa:


Sub 23
1° Nicolas Parodi (Salto)
2° Jean Pechi (Artigas)
3° Miguel Meneses (Artigas)

Master C
1° Paulo Roberto Reger (Bage)
2° Lucio Prates (Rosario do sul)
3° Jesus Volnei (Alegrete)

Master B
1° Alejandro Correa (Artigas)
2° Lindomart Marth (Sao Leopoldo)
3° Pablo Arrua (Salto)

Master A
1° Fabricio Barata (salto)
2° Elsandro Fernandes ( Livramento)
3° Tom Lorenzo (Artigas)

Promocionales
1° Pedro Rodriguez (Tacuarembo)
2° Roque Rodriguez (Bella Union)
3° Joao Nadir (Alegrete)

Cadetes
1° Sebastian Rodriguez (Artigas)
2° Diego Rodriguez de almeida (Artigas)
3° Albaro Bernis (Bella Union)

Elite
1° Pablo Lucatelli (Sao Leopoldo)
2° Marcelo Bendlin (Dom Pedrito)
3° Hugo Medina ( Durazno)

Junior
1° Erlan Aita (Alegrete)
2° Nicolas Aramburu ( Artigas)
3° Lucas Maciel (Alegrete)

Damas
1° Daiana Rodriguez (Tacuarembo)
2° Sonia del Forno ( Artigas)

Cadetes Promocionales
1° Aby Sanchis( Artigas)
2° Junior Abreu (Dom Pedrito)
3° Mateo Soarez (Bella Union)



Fontes: 

15 julho 2011

1ª Travessia de la Viergencita

Audax transferido

COMUNICADO

Devido as previsões de chuva constante durante todo
o final de semana, e atendendo ao pedido de alguns
ciclistas, a direção da SAC depois de refletir sobre
questões de segurança decidiu transferir a data do
Brevet 600 km, para o próximo final de semana,
dias 22, 23 e 24 de julho.

Leia mais:
http://sociedadeaudax.blogspot.com/2011/07/comunicado.html

14 julho 2011

Por que motoristas viram monstros no trânsito?


O analista de sistemas William Cruz, 37 anos, já recusou duas propostas de emprego porque teria que ir de carro. Não que ele não tenha habilitação. Mas, há cinco anos, não dirige a não ser em casos de extrema necessidade. A decisão foi tomada porque William percebeu que se transformava quando estava ao volante.

COMO MANTER A CALMA E EVITAR BRIGAS

“Cheguei a ser perseguido por um maluco com a arma para fora da janela e a perseguir alguns outros para me vingar de uma fechada”, diz o ex-motorista agressivo. “Dirigir me tirava do sério e me transformava em outra pessoa. Cheguei a ter ataques de fúria, aliviados com socos no volante e gritos de raiva com a janela fechada, por frustração de estar parado.”
Ele deixou o carro pela bike, e os sintomas passaram. “Dirigir em São Paulo é o caminho para a insanidade ou o infarto precoce”, afirma. “Quando comecei a usar a bicicleta na rua me curei disso, porque percebi o quanto as vidas fora do carro eram frágeis e o quanto aquele comportamento as colocava em risco.”
William não está sozinho e qualquer motorista nas grandes cidades pode comprovar isso – dentro ou fora de seu carro. Ao volante, perdemos a cabeça e fazemos coisas que jamais faríamos em juízo normal. De acordo com a Polícia Militar de São Paulo, 70 chamadas diárias são para resolver brigas de trânsito. Mas o que transforma cidadão em monstros ao volante?

Leia também:
Jogo da atenção no trânsito: descubra os riscos das distrações
Congestionamento de problemas de saúde
“A raiva vem frustração e falta de respeito pelos outros. É um estado emocional que vem como uma explosão na mente e no corpo”, diz Leon James, professor de psicologia da Universidade do Havaí que especializou-se em stress no trânsito. Ele explica que quanto mais um motorista fica remoendo um incidente no trânsito e pensando nisso, mais está predisposto a ter um ataque de fúria. “Eventos negativos no trânsito são o gatilho da sensação de raiva, que fazem o motorista ter a sensação de que a culpa é do outro, que o outro é sempre culpado por seu atraso ou erro”.
William Cruz adotou a bicicleta porque reconheceu que se transformava ao volante

Raiva no trânsito é doença
Pode parecer que é só o jeito mais “pavio curto” de algumas pessoas, ou que o trânsito é assim mesmo, mas chegar ao ponto de brigar com desconhecidos no trânsito pode ser uma doença grave. “A maioria dos indivíduos agressivos no trânsito é portador de transtorno explosivo intermitente (TEI), segundo estudos internacionais”, diz a psicóloga Maria Christina Armbrust Virginelli Lahr. “O ambiente é um desencadeador.” De acordo com ela, cerca de 6% da população mundial sofre do transtorno. “A relação do TEI e com o trânsito é estudada há mais de 60 anos, pelo risco de saúde pública.”
De acordo com a psicóloga, as pessoas não procuram tratamento porque acham que é normal. “Mas essa agressividade afeta a vida delas, pode trazer prejuízos pessoais, profissionais”, afirma Maria Christina. “O agressivo se sente vítima de injustiça, tem incapacidade mental de lidar com frustração e não suporta ser criticado. Nunca houve tantos estímulos para o TEI se manifestar”, afirma a psicóloga. Para piorar, a sensação de anonimato no trânsito favorece o sentimento de hostilidade pelo outro.
Para ela, existem pessoas que não poderiam sequer ter carta de habilitação. “A avaliação psicológica do candidato é falha. O psicotécnico por si só não consegue identificar quem é apto a enfrentar o trânsito”, afirma. De quebra, quem comete infrações e se mostra incapaz de se integrar socialmente com seu veículo no trânsito com outras pessoas não é suficientemente punido. “Não tem contenção para essas pessoas, que se tornam uma arma contra ela e contra os outros”, diz Maria Christina.

Foto: (Arquivo Pessoal)Ampliar
Priscila Moreno perdeu sua carteira em seis meses
Problemas de infra-estrutura
Mas o transtorno não acomete a todos que perdem a cabeça. Leon acredita que a direção agressiva é um mau hábito que tem cura. A raiva desproporcional que tira as pessoas do sério no trânsito é comum em grandes cidades e tem até uma expressão em inglês: “road rage”.
Diante de níveis alarmantes dessa doença social, São Paulo tem adotado medidas para minimizar caos no trânsito, como reduzir a velocidade das vias. Isso porque a forma como a cidade está organizada também faz diferença no gatilho da raiva: entre os fatores que Maria Christina elenca, está o mau estado de conservação das ruas e estradas, a falta de iluminação, a falta de controle dos agentes de trânsito, a negligência com os próprios erros, carros obstruindo os cruzamentos, a pressa. 
Há uma explicação antropológica também. “Ter uma infraestrutura funcional e limpa faz você dirigir melhor. É como entrar na casa de uma pessoa: se é asseada e organizada, você é conduzido ao comportamento educado”, afirma o antropólogo Roberto da Matta, autor de “Fé em Deus e Pé na Tábua”, sobre o comportamento do brasileiro no trânsito.
O antropólogo acha absurdo dados como as 70 brigas diárias registradas pela PM. “Isso nos diz que o espaço público brasileiro precisa ser politizado, no sentido de uma tomada de consciência para esses comportamentos absurdos”, afirma. “Somos alérgicos a igualdade. O sinal vale para todos, no cruzamento existe uma regra para dar passagem. Mas não somos educados para obedecer isso. No Brasil, desobediência é um sinal de inferioridade, quem obedecia era o escravo. Quem manda não obedece. Numa sociedade democrática, todos mandam e obedecem.”
Autocrítica
Essa sensação de ser justiceira no trânsito já fez parte da vida da designer Priscila Moreno, 28 anos. Ela acumulou tantos pontos que perdeu a carteira em seis meses. “Brigava muito, com todo mundo. Adorava ‘disciplinar’ os outros, impedindo ultrapassagens pela direita, por exemplo.” Ao mesmo tempo, abusava da velocidade quando não estava com o filho a bordo. Priscila bateu o carro da mãe três vezes e duas o do ex-marido. “Nunca feri ninguém por sorte”, diz. Priscila ainda é apaixonada por velocidade, mas trocou as quatro rodas por duas sem motor. Agora, ela policia os próprios comportamentos e não esquece que tem um filho para criar. “Comecei a fazer terapia também.”

Os especialistas são unânimes: falta olhar para o próprio comportamento. É como se a culpa fosse sempre do outro, e isso justificasse o comportamento agressivo. “Numa sociedade liberal e democrática, você trata o outro como gostaria de ser tratado”, afirma da Matta. Ele explica que por trás de frases como “mulher no volante, perigo constante”, ou “só podia ser um velho mesmo”, estão estereótipos que precisam ser discutidos e desmanchados. O brasileiro também tem uma relação enviesada com o espaço público, e não sabe se comportar com o coletivo. “É uma terra de ninguém onde existe uma disputa para hierarquizar”. Como é impossível saber quem está atrás do volante do lado, por via das dúvidas é melhor evitar a briga. 

Link original: Delas.ig.com.br

Bicicleta substituindo o ônibus escolar


É provável que ir à escola nunca tenha sido tão divertido e saudável! A empresa holandesa De Café Racer desenvolveu uma bicicleta cooperativatomando como base um ônibus escolar infantil, tornando a tarefa de ir à escola mais colaborativa. O veículo pode acomodar até dez crianças e um adulto e possui até um player de músicas.
Além disso, vem equipado com um motor elétrico para auxiliar as crianças no caso de uma subida. Se começar a chover, um telhado de lona é facilmente montado para garantir que as crianças cheguem secas à escola. O Café Racer é conhecido por desenvolver os famosos “bierfiets” na Holanda, que funcionam como uma espécie de bar móvel onde as pessoas pedalam enquanto estão sentadas bebendo, sendo guiadas por um motorista.
Link original: Green Style